(Resenha) A Hora das Bruxas, de Anne Rice

Embora as bruxas sejam criaturas já exploradas de diversas maneiras na literatura, Anne Rice não decepcionou ao nos apresentar as bruxas Mayfair. Ao iniciar essa leitura, não se pode esperar, de maneira alguma, uma história com caracterização. As bruxas que a autora criou são incrivelmente belas, ousadas, destemidas e envolvidas de muita sensualidade. O entrelaçar entre realidade e fantasia é muito discreto, o que traz aquele ar de história verídica ao enredo.

Ana Paula Padilha
26 anos. Jornalista, encantada por palavras – ditas ou escritas. Um filme antigo ou um livro atual são essenciais. Disseram que a vida não é um mar de rosas, ainda bem, hortênsias são mais bonitas.

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(Resenha) Filme “A Caça”

Assistir a um filme costuma ser uma atividade contínua, um momento de lazer com pausas rápidas para beliscar alguma guloseima ou outras eventuais necessidades. Porém, enquanto via o longa dinamarquês “A Caça” (Jagten/The Hunt), a tensão que envolve o enredo me provocava uma angústia tão grande que precisava pausá-lo a cada quinze minutos para absorver e refletir sobre a história que o filme contava.

Mateus Pereira
23 anos. Jovem jornalista tímido, leitor e acumulador compulsivo, que gosta de levar livros na maioria das suas andanças, nem que for para fazer peso na mochila.

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(Resenha) O Mágico de Oz

É mais um dia cinzento e comum no Kansas, exceto quando um terrível ciclone toca as terras próximas à casa de Dorothy e seus tios. A órfã que pouco entende o que está acontecendo é levada junto com a casa e seu cachorrinho Totó pela força da ventania até cair no reino mágico de Oz. Assim que chega, Dorothy é muito bem recepcionada já que, mesmo sem querer, fez um grande favor aos Munchkins, destruindo a Bruxa Má do Leste com o pouso da casa no chão. Mesmo tão bem acolhida, tudo que a menina deseja é retornar ao Kansas. Decidida, sai em uma jornada ao encontro de Oz, a fim de que o mágico possa lhe dizer como voltar para casa.

Ana Paula Padilha
26 anos. Jornalista, encantada por palavras – ditas ou escritas. Um filme antigo ou um livro atual são essenciais. Disseram que a vida não é um mar de rosas, ainda bem, hortênsias são mais bonitas.

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(Resenha) Como eu era antes você – livro

Só depois de ler o ponto final é que fechei o livro, li novamente o título e pude entender verdadeiramente qual o sentido daquelas palavras. Como eu era antes de você estampam a capa do livro de Jojo Moyes, uma escritora americana que realmente surpreendeu. Sim, porque ao ler as palavras que davam nome ao livro, não pude deixar de me perguntar se aquilo não seria mais uma história de amor – ou falta dele -, em que a mulher se entrega tanto a relação, que se torna incapaz de se enxergar sozinha. Mas estranhamente eu havia me enganado.

Ana Paula Padilha
26 anos. Jornalista, encantada por palavras – ditas ou escritas. Um filme antigo ou um livro atual são essenciais. Disseram que a vida não é um mar de rosas, ainda bem, hortênsias são mais bonitas.

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(Resenha) The Killing: intensa e viciante

Thriller policial sempre foi o estilo cinematográfico e até mesmo literário, coringa da minha vida.  Quando não sei mais o que assistir, escolho qualquer série, filme ou livro do gênero e voilá, acabou o tédio. Mas entre tantas opções para escolher – algumas inclusive, muito bem comentadas por amigos – bati o olho no pôster de The Killing. Não tinha ouvido falar muito sobre a série até então, e não saber nada foi o que me impulsionou a assistir. Ao terminar de assistir o piloto, sabia que tinha me deparado com muito mais que um policial pastelão. Uma grata surpresa.

Ana Paula Padilha
26 anos. Jornalista, encantada por palavras – ditas ou escritas. Um filme antigo ou um livro atual são essenciais. Disseram que a vida não é um mar de rosas, ainda bem, hortênsias são mais bonitas.

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(Resenha) Morte no Nilo, Agatha Christie

Ler romances policiais é algo divertido. Quando o enredo, personagens e desfecho são bem construídos, é inevitável não mergulhar na história e sentir-se parte daquela ambientação, tentando a todo tempo, e custo, desvendar quem é o real culpado do crime que conduz a história. Entre autores/as do gênero, ninguém é mais reconhecido que a escritora inglesa Agatha Christie, que por sua maestria em criar livros e contos no ramo é denominada de “A Rainha do Crime”.

Mateus Pereira
23 anos. Jovem jornalista tímido, leitor e acumulador compulsivo, que gosta de levar livros na maioria das suas andanças, nem que for para fazer peso na mochila.

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(Resenha) Stephen King e a arte de um mestre da escrita

Comecei a ler os livros do Stephen King há uns três anos. Antes disso, as sinopses e títulos já me aguçavam a curiosidade, mas tinha receio de não me encantar com as histórias e deixar mais um autor cair no limbo das minhas preferências. Então um dia joguei as bobagens de lado, peguei emprestada uma versão pocket de À Espera de Um Milagre, e nas duas semanas seguintes, não consegui largar até concluir a leitura.

Mateus Pereira
23 anos. Jovem jornalista tímido, leitor e acumulador compulsivo, que gosta de levar livros na maioria das suas andanças, nem que for para fazer peso na mochila.

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(Resenha) A trilogia Millennium e a mulher que todos aprendemos a amar

resenha trilogia millennium

Não existem duas Lisbeth Salander. Um personagem inédito já seria motivo mais que convincente para se ter vontade de ler um livro, mas existe muito mais que isso na trilogia de Stieg Larsson. Existe uma narrativa forte, suspense, feminismo, jogos políticos, violência. Combinação poderosa, que sustenta e justifica o sucesso de Millennium e seus mais de 15 milhões de exemplares vendidos.

Pamela Caitano
22 anos. Jornalista e curiosíssima por histórias. Encontrou nas palavras amor, a profissão, e refúgio.

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